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O serviço é considerado uma carteira digital de experiências e ainda oferece um aplicativo próprio de gestão de viagens

O serviço é considerado uma carteira digital de experiências e ainda oferece um aplicativo próprio de gestão de viagens

Fintech travel criada com o objetivo de democratizar o acesso a viagens e novas experiências, a Weex Pass lançou um plano turistas brasileiros. No programa recém-lançado, a startup convida o seu cliente a manter uma poupança automática na qual investe um valor fixo mensal (a partir de R$ 250) para viajar. E, quando chega o momento de preparar as malas e embarcar rumo ao destino escolhido, o turista – ou investidor – resgata 100% da aplicação, corrigida e com taxa zero.

O serviço é considerado uma carteira digital de experiências e ainda oferece um aplicativo próprio de gestão de viagens, consultoria e suporte 24 horas. Com essas plataformas, o assinante sua tratados como membro de um programa de fidelidade, com direito a benefícios diversos e exclusivos em mais de 80 países, incluindo descontos especiais com centenas de empresas parceiras, em serviços como hospedagem, locação de carros, seguro viagem e outlets.

A startup, que foi criada a partir da Welcome Trips, conta atualmente com 50 mil viajantes cadastrados e tem panos para ampliar o alcance da solução para uma modalidade voltada ao desenvolvimento de pessoas nas empresas.

STARTUP TEM PROJETOS DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS
Apostando no potencial de desenvolvimento da startup, os idealizadores têm um projeto em andamento para captações de recursos via crowdfunding. Esse processo é feito pela plataforma CapTable e busca acelerar o crescimento e desenvolvimento tecnológico da marca. A plataforma tem como líder e CEO o empresário Eduardo Rodrigues.

A Weex Pass garante ter aumento de 1.400% em base de clientes já registrado neste ano (projeção de +325% no segundo semestre), mesmo período em que a receita mensal recorrente saltou em 197% (projeção de +377% no segundo semestre).

Atualmente a Weex, que tem valuation avaliado em R$ 13 milhões, rentabiliza por assinatura mensal de seu SaaS (software as a service) e dos planos mensais de viagens B2B (business to business) e B2C (business to consumer). O projeto de expansão, contudo, prevê diversificação em rentabilidade nas áreas de transações financeiras, publicidade e customização de serviços, estimando superar os R$ 14,3 milhões em resultado operacional líquido até 2025.

Com a aprovação e o reconhecimento da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a startup busca captar mais de R$ 1,5 milhão na CapTable, aplicando, desse montante, 75% em equipe de tecnologia, 15% em custos de aquisição de clientes e 10% em despesas operacionais.

Investidores iniciais ganham proporcionalmente sobre a valorização dos ativos da startup, seja em decorrência de novos aportes, seja pela compra por uma grande empresa.



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