A gestão ágil é um caminho que preza pela flexibilidade, pelo engajamento e pela descentralização.

Sabe por que os políticos preferem falar sobre construir pontes e viadutos gigantes, ao invés de falar sobre esgoto?

Normalmente, os políticos não gostam de investir em esgoto sanitário porque ninguém enxerga direito ou presta atenção naquilo que fica debaixo da terra. 

Pontes e viadutos chamam muito mais a atenção, ganham mais votos e deixam os políticos mais populares.

Mas tem um problema: um esgoto mal feito pode trazer uma série de problemas graves. 

É por isso que a gestão está para os empreendedores como o esgoto está para os políticos

O segredo do sucesso de um negócio não está nas ferramentas, nem na tecnologia, mas sim em um modelo de gestão que realmente funcione nos dias atuais.

O que de fato impede a implementação de uma gestão bem feita dentro de uma empresa?

Quais são as metodologias de gestão empresarial que estão dando certo hoje em dia?

Nesse resumo do livro Os Segredos da Gestão Ágil Por Trás Das Empresas Valiosas, dos autores João Kepler e Thiago Oliveira, você vai descobrir!

Ouça o resumo completo do livro no player acima ou assista o vídeo abaixo e tenha bons aprendizados!

Você também pode escutar o ResumoCast no SpotifyApple Podcasts ou no YouTube.

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Sobre o livro Os Segredos da Gestão Ágil Por Trás Das Empresas Valiosas

O livro “Os Segredos da Gestão Ágil Por Trás das Empresas Valiosas” foi publicado em 2019.

Os autores são João Kepler, considerado o melhor investidor-anjo do Brasil pelo Startup Awards e premiado por anos consecutivos como um dos maiores incentivadores do Ecossistema Empreendedor Brasileiro, e Thiago Oliveira,  Investidor-anjo pela empresa Fundo Bossa Nova e conselheiro da ONG Gerando Falcões.

Nessa obra, estes dois grandes especialistas em gestão se reuniram para criar um guia necessário para todos os tipos de empreendedores, apresentando quais são as técnicas e ferramentas que os melhores gestores usam em seus negócios.

Ideia central do livro

Decidir começar um negócio próprio a partir de uma boa ideia que você teve lá atrás foi apenas o começo do caminho, mas não é o suficiente para que o seu empreendimento dê certo no mercado.

Hoje, o mercado está marcado por novos modelos de negócio, caracterizados pela agilidade e pela inovação.

A gestão ágil é um caminho que preza pela flexibilidade, pelo engajamento e pela descentralização.

É hora de colocar a mão na massa, se sentar com sua equipe e discutir como padronizar e melhorar seus processos, aprimorar o fluxo do conhecimento, implementar um bom design organizacional, uma boa gestão de pessoas e até se preparar para mudar radicalmente seu ambiente de trabalho.

E aí, está pronto para as mudanças ou vai preferir ficar parado e ver seu negócio ficando cada vez mais para trás no mercado?

Gestão de Pessoas

Você pode contratar as melhores ferramentas e adquirir a mais alta tecnologia disponível no mercado. Sem uma gestão eficiente, nada vai para a frente.

E tem um detalhe: gestão não é algo que se pode comprar por aí no mercado, e o impacto positivo de uma boa gestão não acontece da noite para o dia.

Gestão não é como um miojo, que você põe na água quente e depois de 3 minutos está pronto.

Muito pelo contrário.

Os autores afirmam nesse livro que “um negócio com excelência em gestão pode até não ser aquele que cresce mais rápido no começo, mas com certeza vai crescer mais e melhor no médio prazo”.

É claro que ter boas ferramentas para gerir os processos é algo fundamental em uma empresa. 

Porém, tão importante quanto isso é a Gestão de Pessoas.

Seu negócio só vai dar certo se os colaboradores forem entusiasmados, proativos e comprometidos com os objetivos.

Na prática, isso não é nada fácil.

Não é à toa que, em um estudo feito pela Endeavor, 28% dos empreendedores disseram que o principal desafio de uma organização é a Gestão de Pessoas.

O problema pode estar nas escolhas feitas pelos próprios gestores do negócio, que muitas vezes deixam para pensar nesse assunto só depois que a empresa já cresceu.

A sugestão dos autores é que você tenha pelo menos uma pessoa responsável por essa área.

Se seu quadro de funcionários ainda é pequeno, não ter um profissional focado na gestão pode não atrapalhar muito, desde que os líderes já tenham uma cultura voltada para a Gestão de Pessoas.

Outra dica é criar o “dia do feedback”. 

Trabalhadores de todos os níveis precisam se sentir relevantes e estar confortáveis para dar opiniões.

Por isso, seja transparente na comunicação.

Procure realmente entender o que seus colaboradores estão dizendo e, além disso, se preocupe com o que você diz e com a maneira como os outros entendem suas palavras, sejam elas faladas ou escritas.

Não deixe nenhum ponto escondido ou mal entendido, e esteja preparado para ser flexível e reverter decisões imediatamente quando você estiver errado.

Lembre-se que, provavelmente, os membros da sua equipe vão copiar o que eles verem você fazendo.

Como líder, você deve dar o exemplo. 

De 0 a 10, qual é a nota que você dá para a comunicação interna da sua equipe?

O que pode ser melhorado?

Como você pode dar o primeiro passo para implementar essa melhora?

Gestão de Conhecimento

Em qualquer pesquisa sobre startups é comum encontrar a expressão Gestão do Conhecimento.

Não poderia ser diferente, já que, na atual era da informação em que vivemos, todo empreendedor precisa de um mecanismo que seja capaz de filtrar todos os dados que uma empresa é capaz de gerar, aproveitando aquelas informações confiáveis e de qualidade, não deixando que ela se perca no dia a dia.

Na prática, significa identificar o que seus funcionários sabem a respeito do empreendimento e transformar isso em procedimentos para que ele não fique dependente de apenas algumas pessoas.

Uma das formas de usar a Gestão do Conhecimento é aprimorando a “aprendizagem empresarial”, ou seja, desenvolvendo um ambiente em que a pesquisa sobre as práticas cotidianas, os processos da concorrência e como eles podem ser incorporados seja algo constante.

Sempre que possível, inclua os colaboradores nessa missão, estimulando a inovação e permitindo que todos contribuam para agregar valor aos produtos e serviços oferecidos aos clientes.

Um bom exemplo disso é o da Procter & Gamble.

Existe uma rede de agentes na empresa que simulam o comportamento de elementos da cadeia de produção.

Foi dessa forma que se descobriu que, em certas situações, é melhor que os caminhões saiam dos depósitos, ainda que não estejam completamente carregados.

E sabe o porquê disso?

Para evitar falta de estoque nas lojas.

Foi uma alteração simples que gerou uma economia anual de 300 milhões de dólares.

É por isso que a Gestão do Conhecimento deve ser tratada como um fator estratégico na sua empresa.

Quanto mais você conhece os processos e os dados do seu negócio, melhores serão as práticas dentro dele.

Os dados passam a trabalhar para você, te ajudando a reduzir custos, aumentar a margem de lucro, entre outros fatores que vão impactar no sucesso do seu empreendimento.

E na sua empresa? Os dados são levados à sério?

Todos os processos estão bem mapeados?

Se alguém faltar ou se afastar por algum tempo, as entregas continuarão acontecendo normalmente?

Cultura Organizacional

A gente já falou muito aqui sobre propósito pessoal, mas que tal abordamos o tema no universo dos negócios?

O propósito de uma empresa faz parte da cultura organizacional da mesma.

E segundo os autores do livro, essa cultura organizacional é simplesmente como a empresa faz as coisas.

São os hábitos e padrões que existem dentro de uma organização, mesmo na ausência dos donos.

Essa noção, de que cultura é algo que se coloca em prática, é extremamente importante.

O contrário disso, infelizmente, é o que vemos na maioria dos casos.

Elementos tão importantes em um negócio como missão, visão e valores serem apenas palavras na parede.

E ao questionar os colaboradores dessa organização, que trata esses termos como decoração, nenhum deles sabe o que realmente querem dizer.

Para que você gestor não cometa o mesmo erro…

E para que você, colaborador, não seja vítima dele.

Vamos explicar de uma vez por todas:

A Missão de uma empresa é o impacto que ela quer gerar no mundo.

Essa missão não é um pitch e não deve ser criada pelo setor de Marketing.

Mas sim reconhecida pelo fundador, a partir do valor máximo que ele queria entregar para as pessoas quando teve a ideia de abrir o negócio.

Uma pergunta interessante para entender se sua organização está no caminho da sua missão…

Quais foram os momentos nos quais sua empresa mais contribuiu com as pessoas ou o mercado?

Se estes momentos estiverem alinhados com a sua frase missionária, é porque está no caminho certo!

E a visão?

Muito confundida com a missão, a visão é o objetivo aberto, inspirador e até lúdico que comprova que a empresa está no caminho certo. 

Uma visão bem escrita deve traduzir uma conquista, mas sem um número ou indicador específico.

“Organizar toda a informação do mundo” é a visão do Google e um belo exemplo.

Uma boa pergunta pra se fazer e perceber se sua visão foi bem escrita é:

Se minha visão for atingida, isso significa que minha missão está sendo entregue?

Em caso de resposta positiva, bom trabalho!

Missão, Visão… Valores! 

Os valores da sua empresa são ainda mais palpáveis do que os itens anteriormente tratados.

São simplesmente os comportamentos que são premiados e que, caso ausentes, sentidos. 

Muito mais do que escolher palavras de uma lista, para listar os valores da sua empresa você deve listar momentos nos quais seus colaboradores agiram de maneira exemplar e pincelar desses momentos quais foram os comportamentos que gostaria que se repetissem.

Aí sim, de maneira concreta e dinâmica, seus valores deverão ser compartilhados com o time.

Você tem bem definida a sua cultura organizacional?

Contratação Assertiva

Você pode nunca ter pensado nisso…

Mas expor para um potencial colaborador, em uma entrevista de trabalho, os pilares da sua cultura é essencial para realizar uma contratação assertiva. 

Essa história é verídica e corrobora o que acabamos de afirmar.

Uma potencial analista é entrevistada por um consultor, responsável por montar o departamento de marketing digital de uma startup.

Na reunião o tal consultor dá um show quando o assunto é cultura.

Explica com detalhes a visão, a missão e os valores.

Fala do impacto que a empresa quer gerar no mundo, e deixa a candidata com os olhos brilhando.

Deu match e ela foi contratada.

Uma semana depois, o telefone do consultor toca.

É a analista, agora já efetivada na startup.

“Querido, você poderia por favor me falar quanto eu vou ganhar?”

Ele responde:

“Você quer dizer quando? Falamos sobre isso na entrevista…após um mês trabalhado…”

Ela devolve:

“Na verdade gostaria de saber QUANTO vou ganhar mesmo. Você não chegou a comentar…”

A história não só e verídica, mas o tal consultor, esse mesmo que esqueceu de comunicar pra contratada quanto seria o salário dela é o nosso apresentador, Arnaldo Neto.

Sim, ele cometeu um deslize ao se esquecer desse ponto tão importante.

Mas a lição aqui é outra.

Quando você expõe em uma interlocução o seu propósito e o valor que quer entregar para o mercado, tudo fica mais fácil, desde atrair talentos até fechar clientes. 

Lean Startup

No universo das startups, aquele longo documento com projetos de receita, lucro e fluxo de caixa não é mais tão essencial assim.

A metodologia Lean Startup, proposta em 2008 e difundida por Eric Ries no best-seller A Startup Enxuta, nasceu colocando toda essa ideia em cheque, propondo a adoção de processos menos arriscados em um negócio.

Ao contrário do entendimento de que primeiro é preciso captar recursos e montar uma equipe para, depois, lançar um produto, o conceito de Lean Startup envolve a identificação e a eliminação de desperdícios. 

A estratégia é focada em itens como tempo, custos e recursos, com o objetivo de detectar o que pode estar sendo desperdiçado para, a partir daí, implementar melhorias contínuas. 

Esses desperdícios podem estar em várias frentes, seja em um trabalho parcialmente concluído, no excesso de burocracia, na tomada de decisões de maneira lenta, no alto tempo de espera, nos defeitos em processos ou produtos, ou até mesmo no fato de entregar mais que o cliente espera.

O conceito aqui é criar mais valor com menos trabalho, focando na eficiência.

Existem três passos principais na metodologia Lean Startup: 

Construir, Medir e Aprender. 

A primeira etapa é construir esse produto ou serviço. 

É quando surge o tão falado MVP, que é um protótipo feito de maneira rápida e barata para ser apresentado a possíveis consumidores. 

Com ele pronto, é necessário medir, ou seja, verificar se a solução é realmente viável tanto em termos técnicos quanto financeiros. Fazer testes A/B pode ser uma boa opção. 

Nesse estágio, você deve validar ou não sua hipótese, de acordo com uma meta previamente estabelecida. 

Por exemplo: se dez usuários se registrarem no seu serviço em dois dias, você mantém a hipótese. 

A próxima etapa é aprender a partir dos dados levantados até aqui. 

Pode ser que você descubra que sua solução é inviável ou que o público correto ainda não foi encontrado. 

Mas pode ser também que você tenha obtido sucesso e esteja no caminho certo. 

Uma coisa é certa: você terá novas ideias, que surgiram dessas pesquisas e que podem te levar a novas hipóteses a serem validadas.

Após todos esses passos, chega a hora de uma importante decisão: pivotar ou perseverar. 

Se sua hipótese foi validada, ótimo! Continue perseverando nela e teste uma nova. 

Por outro lado, caso ela tenha sido invalidada, você precisa pivotar seu produto em termos de problema, solução ou público-alvo, corrigindo essas situações com a maior rapidez possível. 

A pivotagem faz a organização aprender com seus erros.

Scrum

Quando falamos sobre metodologia ágil, alguns conjuntos de técnicas, ferramentas ou conceitos pré definidos — os famosos frameworks — são utilizados para facilitar que os gestores e equipes coloquem a agilidade em prática.

Um deles é o chamado Scrum, muito utilizado por sua forma dinâmica de trabalho. 

Com o Scrum, as várias atividades necessárias na linha de produção de um negócio acontecem de maneira mais simples. 

Entre essas atividades estão o planejamento do sprint, o daily scrum e a retrospectiva do sprint. 

Não sabe o que esses nomes significam? 

Calma! Eu explico:

Os sprints são ciclos de tempo bem definidos que costumam durar de duas a quatro semanas, período no qual as equipes de cada projeto devem desenvolver as ações esperadas delas. No planejamento, ficam definidas quais atividades serão realizadas e as estimativas de tempo para cada uma. 

Já os daily scrum são pequenas reuniões diárias com o objetivo de acompanhar o desenvolvimento das tarefas e encontrar possíveis dificuldades a serem resolvidas o mais rápido possível. Todo o time Scrum deve estar presente. 

Por fim, a retrospectiva do sprint é a reunião final para saber o resultado e colher um feedback sobre o andamento do projeto. Nela também são abordados os principais desafios enfrentados.

O Scrum ficou tão popular, que até o FBI aderiu a esse framework.

A aplicação veio como forma de salvar o projeto Sentinela, um sistema de integração de todas as forças de segurança dos Estados Unidos. 

Depois de dez anos de trabalho e de um gasto de 600 milhões de dólares, o projeto estava perto do cancelamento por não estar pronto. 

Foi o Scrum que permitiu que o sistema fosse implantado no prazo, com o custo planejado e dentro do escopo previsto.

Os processos melhoraram tanto, que foi possível fazer em dois anos o que não havia sido feito em uma década.

Design Thinking

Aposto que você já ouviu falar muito no termo Design Thinking.

Mas será que realmente sabe o que ele significa?

Pense no que faz um designer em uma empresa.

Por acaso ele cria suas artes de acordo com seu próprio gosto? 

Claro que não.

Ele trabalha 100% de acordo com a necessidade do cliente.

Segundo Jim Brown, pai da metodologia, esse é o segredo:

Trabalhar, independentemente da sua função, como um designer, com foco total nas necessidades do seu nicho.

Esse é o primeiro passo do processo.

A empatia.

Se colocar nos sapatos do seu consumidor e tentar entender o que ele almeja, deseja, anseia.

Algumas ferramentas famosas para chegar nesse lugar são:

O mapa de empatia, O Canvas da Proposta de Valor, entre outras.

Não usá-las seria como chegar em um médico e antes mesmo dele te consultar, ele diz:

Novalgina! Duas vezes ao dia!

E você responde…

Mas doutor, em nem te falei o que eu tenho!

Lançar um produto ou serviço sem tentar entender as demandas dos seus clientes é igualmente perigoso.

Então tome seu tempo para imergir na sua persona.

Sim, as ferramentas sugeridas aqui são poderosas, mas nada vai ser tão contundente quanto uma real observação dos seus potenciais compradores.

Aonde eles moram?

Que lugares frequentam?

Vá para esses lugares. Observe. Faça perguntas.

Vá pra rua. Atue em campo.

Aí sim, com tamanho conhecimento prático coloque no papel suas impressões e crie para o seu avatar a solução ideal, customizada perfeitamente para a dor dele. 

O contrário disso seria ser a famosa “solução em busca de um problema”.

Aposto que você já viu, próximo a sua casa, um negócio abrir e fechar em uma questão de meses.

Esse é um caso típico de quando um empreendedor tem uma grande ideia e se apaixona por ela sem levar em consideração se aquela ideia tira uma dor.

Quanto vale o seu negócio?

Vamos supor que você fez o dever de casa e criou uma cultura sólida pra sua empresa.

Aplicou as ferramentas do Design Thinking e entendeu profundamente as dores do seu cliente.

Criou pra ele um produto ou serviço necessário e, diante de tamanho sucesso, surgiram muitos potenciais compradores para o seu negócio.

Mas, afinal, quanto ele vale?

Segundo os autores, existem algumas maneiras de avaliar quanto vale a sua criação:

 O primeiro é o Fluxo de Caixa Descontado:

Esse é o método mais utilizado em todo o mundo.

Ele consiste na projeção dos fluxos de caixa futuros de uma empresa e na aplicação de uma taxa de desconto para trazê-los ao valor presente.

Como os fluxos de caixa positivo perdem valor ao longo do tempo, há a necessidade de calcular uma taxa de desconto à medida que o tempo avance.

Esse método é composto por três etapas: 

1. Estimar o fluxo de caixa – montante recebido menos o montante gasto da empresa para os próximos períodos. 

2. Definir a taxa de desconto, baseando-se no risco da empresa de acordo com outras oportunidades de investimento, como a bolsa ou a poupança. 

3. Trazer os resultados para o valor presente e somá-los.

Temos também a metodologia dos múltiplos de mercado, através da qual encontram-se indicadores de empresas do mesmo setor e relacionam estes ao seu valor de mercado.

Normalmente, é utilizado o faturamento ou o lucro, com a ressalva de que negócios em etapas diferentes tem também rentabilidades diferentes. 

Uma terceira possibilidade é a liquidação, mais comum quando a empresa está encerrando suas atividades e, ainda assim, não é muito utilizada, visto que não é vantajosa para o vendedor. 

Ela tem como base somente quanto a empresa conseguiria em seus ativos tangíveis – propriedades, veículos, equipamentos, máquinas etc. , em um curto espaço de tempo.

Uma última possibilidade seria a contábil, semelhante à liquidação, mas não leva em consideração a variável tempo.

Em vez de considerar quanto a organização conseguiria pelos ativos em pouco tempo, ele utiliza os valores registrados no Balanço Patrimonial, descontados de sua depreciação ou sua amortização.

É uma metodologia ruim para empresa enxutas.

Esse resumo substitui a leitura do livro Os Segredos da Gestão Ágil Por Trás Das Empresas Valiosas?

Não queremos que você deixe a leitura do livro de lado.

Além de escutar este podcast com o resumo do livro, recomendamos que você leia a obra “Os Segredos da Gestão Ágil Por Trás Das Empresas Valiosas” na íntegra.

Use o ResumoCast como uma espécie de curadoria do próximo livro que você vai ler!

É o que a maioria dos nossos ouvintes fazem.

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