Carlos Brando, CTO do Enjoei (Foto: Divulgação)

Carlos Brando, CTO do Enjoei (Foto: Divulgação)

Quando a pandemia forçou empresas a fecharem seus escritórios, o Enjoei já sabia bem o que era o home office. A modalidade já fazia parte de sua política – o próprio Carlos Brando, cofundador e CTO da startup, morou fora do país durante um ano.

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A experiência não poupou a startup de algumas adaptações, sobretudo para apoiar os funcionários que ainda não tinham esse hábito. Mas facilitou a jornada no último ano. Também mudou os planos para o longo prazo: o trabalho remoto se tornou padrão e permanente.

A empresa manterá um escritório para receber aqueles que quiserem trabalhar presencialmente em alguns momentos. Mas Carlos não define o formato adotado como híbrido. “Na nossa concepção, esse modelo gera ansiedade. Como a pessoa reagiria, por exemplo, se o chefe e os pares estivessem indo todos os dias para o escritório e ela não?”, exemplifica.

No NegNews desta sexta-feira (11/06), Carlos Brando conta o que o Enjoei aprendeu nesse último ano de home office e qual é a sua visão para o futuro dos escritórios. Segundo ele, a tendência é que outras empresas também revejam a utilidade e a estrutura dos seus espaços de trabalho.

Ouça a entrevista:

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