Marketing não é só barulho, divulgação e anúncio patrocinado.

Está na hora de sair do carrossel das redes sociais que gira cada dia mais rápido, mas não chega a lugar algum.

Que tal parar de buscar atalhos e começar a insistir em um caminho longo e viável?

OUÇA o resumo completo do livro no player acima.

Você também pode ouvir gratuitamente o ResumoCast em seu aplicativo favorito de podcasts. Os mais utilizados pelos nossos ouvintes são iTunes, Google Podcasts, Spotify, Deezer e CastBox.

O que você vai aprender nesse episódio?

  • O que é marketing;
  • Onde existe marketing no dia a dia;
  • Qual a primeira coisa que você precisa entender para fazer marketing;
  • A importância de definir um nicho de mercado;
  • Conceito de Mercado Mínimo Viável;
  • Por que compramos o que não precisamos;
  • O impacto do sentimento de pertencimento;
  • Marketing como proteção ou elevação de status;
  • Como não ser um spam nigeriano;
  • A importância de conhecer as narrativas (sua e dos seus clientes);
  • O que é Marketing de Permissão;
  • Por que precisamos ter cuidado com a nossa Cosmovisão;
  • O mundo das novas soluções para velhas emoções;
  • Qual é o momento em que a venda acontece;
  • Pra quem é esse livro;
  • Frases do livro para se colocar em um outdoor;
  • Desafio para o ouvinte.
Tribo de apoiadores do ResumoCast

5 ESTALOS do livro que estão nesse episódio

#1 Ideia central do livro

Marketing não é só divulgação, barulho, anúncio patrocinado ou outdoor.

Marketing é o ato de fazer a mudança acontecer através da oferta de um novo estado emocional, usando os elementos tensão e alívio.

Marketing é conduzir seu público em uma jornada, ajudando elas a se tornarem o que sonharam, um pouquinho de cada vez.

Marketing um dia já foi uma ferramenta exclusiva das grande empresas.

Por elas fazerem tudo para vender, você pode ter estabelecido uma visão ruim do que é marketing.

Mas hoje em dia, em um mundo no qual todo mundo tem voz, marketing não é mais isso.

Marketing não é interromper, persuadir ou enganar.

Marketing é simplesmente contar pras pessoas que você quer ajudar que tem algo pra ajudá-las.

Resumindo, marketing hoje é ajudar as pessoas.

Se isso é Marketing, Você tem a obrigação de fazer. Não fazer seria privar as pessoas da sua contribuição, do seu propósito. Então faça!

#2 Mirar em todo mundo é covardia

Todo mundo não tem rosto, nem nome.

Quando você mira em todo mundo, mira em ninguém.

Portanto, se for rejeitado, também é rejeitado por ninguém.

Por outro lado, nichar da medo.

Quando você nicha de maneira específica, sabe exatamente quem te disse não. Quando segmenta seu público-alvo, consegue praticamente ver o rosto de quem negou sua oferta.

E assim tem a certeza de que falhou. Isso dá medo.

Mas não existe outro caminho.

Você não pode tirar uma dor que não sentiu. E falar que seu produto ou serviço é pra todos significa que ele não tira dor alguma.

A alternativa não é fácil, mas existe.

Olhar pra dentro. Aprender com a própria dor e colocar pra fora.

Mirar nas pessoas que estão passando hoje por algo que já passou. Entender que seu cliente hoje é você ontem. Contar pra ele em uma linguagem familiar que pode ajudar.

Quando você faz isso, se torna único.

Afinal, não ensinam sobre a sua dor por aí. Só você sabe o que aprendeu com tamanho sofrimento.

Ao ser tão específico, algumas pessoas vão ficar de fora. Não vão entender.

Mas não é pra elas, Deixe que outra pessoa, que tenha a dor delas, as ensine o caminho.

O seu compromisso é com quem entende. Com a sua tribo.

Ao escolher compartilhar com quem está passando hoje pelo que passou ontem, você se torna pra essas pessoas um antídoto necessário.

Com isso, passa a compreender que aparecer diariamente não é só sobre você, mas sobre elas.

Qualquer um que já passou por alguma dor pode fazer isso.

#3 Fuja do oceano. Foque em piscinas

Existe um corante, bastante utilizado pra antifurto, que é poderoso.

Se você colocar uma colher de chá dele em uma piscina, toda a água vai ficar roxa.

Mas, se você colocar essa mesma colher de chá desse corante no oceano, ninguém vai notar. A água não vai mudar de cor, nem um pouco.

A moral da história é a seguinte:

Você pode até ter um produto ou serviço extraordinário, muito mais potente que os demais da mesma categoria.

Mas, se você lançá-lo num oceano, esse produto ou serviço não vai fazer a mínima diferença na cor da água.

Entendeu a lógica da coisa?

Não temos chances de mudar todo mundo. Todo mundo é muita gente.

O certo é mudar um grupo de “alguéns”.

De acordo com o que o Seth Godin diz nesse livro, a gente precisa ficar obcecado com esse grupo de “alguéns”.

O Seth chama isso no livro de Mercado Mínimo Viável.

Por isso, esqueça o oceano e procure uma grande piscina. Isso é o suficiente para fazer a diferença.

Comece por aí, com um foco obsessivo.

Depois que funcionar, encontre outra piscina ou, melhor ainda, deixe que seus melhores clientes propaguem a ideia e encontrem outras piscinas pra você.

#4 O verdadeiro marketing desafia o status

O que você diz sobre o seu negócio não é, nem de longe, tão importante quanto o que os outros dizem sobre o seu negócio.

Podemos falar do ResumoCast para um monte de gente. Contudo, o mais importante é aquilo o que você fala sobre o ResumoCast para as pessoas.

Entendeu a linha de raciocínio?

O desejo de mudar nosso status, ou proteger nosso status, controla quase tudo o que a gente faz.

Quando o profissional de marketing surge com uma nova ideia, que é uma oportunidade, uma oferta de fazer a mudança acontecer — toda vez, isso é um desafio ao nosso status, temos duas opções:

  • 1 – Aceitar (e subirmos ou descermos na escala do status com essa decisão) ou
  • 2 – Recusar a oferta e vivermos com a tensão de termos ignorado.

Olhe só o exemplo dos cassinos em Las Vegas.

Antigamente, antes de os cassinos existirem, as pessoas consideradas de alto escalão frequentavam restaurantes chiques em Paris, casas de show famosas em Londres, entre alguns outros locais.

Quando os cassinos em Las Vegas surgiram, o status da classe alta foi desafiado.

Os locais chiques, até então frequentados pela turma do alto escalão, não estavam mais fazendo com que essa galera se sentisse rica e exclusiva.

Agora, ser rico era sinônimo de estar em Las Vegas.

Foi criada uma tensão.

Profissionais de marketing que causam mudanças, geram tensão. Tensão não é o mesmo que medo.

Em pouco tempo, quem era rico de verdade estava frequentando os cassinos em Las Vegas, e não mais os outros lugares comuns entre a classe alta.

Para proteger o status e fazer ele subir mais um pouco, os ricos tinham que passar por Las Vegas.

Quem foi o grande responsável por essa migração de ricos para Las Vegas?

Não foi somente o marketing que os cassinos fizeram, mas sim principalmente o que os ricos que tinham ido à Las Vegas estavam falando e comentando sobre suas experiências naquele lugar.

O que as pessoas estão falando sobre a sua marca, produto ou serviço?

O seu negócio tem feito as pessoas se moverem ou agirem de alguma maneira para protegerem ou elevarem seus status?

Essa é a jogada pra ganhar o campeonato.

#5 Sua cosmovisão pode acabar com o seu negócio

Seth Godin toca num ponto bem interessante no livro sobre cosmovisão e personas.

Uma pergunta pra você: Se você tiver que escolher mil pessoas para serem seus verdadeiros fãs ou verdadeiros fãs da sua marca, do seu negócio… quem você deve escolher? Quem são essas mil pessoas?

Assim como é possível agrupar pessoas pela cor dos olhos ou pela estatura, a gente pode agrupar pessoas com base nas histórias que elas mesmas contam.

Isso é cosmovisão.

É o atalho, a lente que cada um de nós usa para ver o mundo, com as nossas opiniões, suposições, preconceitos e estereótipos sobre o mundo ao nosso redor.

A gente pode fazer boas suposições sobre como alguém vai reagir ou responder a uma notícia, um livro ou a uma obra de arte se tivermos evidências sobre sua cosmovisão.

Porém, agir com base só na sua própria cosmovisão é cilada.

Isso é puro achismo. Não tem validação nenhuma de que você realmente está certo.

Olha só o que aconteceu na JCPenney, que é uma rede americana de lojas de varejo.

Em 2011, eles contrataram um novo CEO, Ron Johnson.

Uma das primeiras coisas que o cara fez foi acabar com os descontos e liquidações que a loja oferecia aos clientes.

Detalhe: a loja era conhecida pelas pessoas justamente pelo quê? Pelos descontos e promoções.

Contudo, Ron achava que um varejista de qualidade não ficava fazendo promoções, nem oferecendo um monte de desconto.

Então, ele tentou transformar a JCPenney no seu tipo de loja — e não do tipo de loja dos clientes.

Ele estava viciado com a sua própria cosmovisão.

Resultado: as vendas despencaram em 50%.

Portanto, tenha cuidado ao colocar em prática estratégias que levam em conta somente a sua cosmovisão.

Isso pode se tornar um abismo, que vai enterrar o seu negócio.

Quem você ou a sua empresa pretende servir?

Identifique quem é seu público, quem é ou quem são as personas que você pode encontrar que já consomem ou que vão consumir seu produto ou serviço, e foque a sua estratégia nelas. Não em você.

Quem é Seth Godin?

Seth Godin é empreendedor, consultor e um dos autores mais renomados quando o assunto é marketing.

Entre seus livros, estão os conhecidos “O Melhor do Mundo“, “Tribos” e “A Ilusão de Ícaro” — já debatidos no ResumoCast.

Em 2018, Seth Godin foi homenageado no Hall of Fame da AMA Marketing.

Esse é o ponto mais alto de mais de 30 anos de ensino, liderança, colaboração, fracassos, engajamento e busca.

Seth conduz o TheMarketingSeminar.com, que é o workshop intensivo em que este livro se baseia.

Ele também criou o altMBA, um notável workshop de um mês que ajuda os líderes a subirem de nível.

Seth escreveu 18 best-sellers que foram traduzidos para mais de 35 idiomas e também escreve um dos blogs mais populares do mundo,

Esse podcast substitui a leitura do livro Isso é Marketing?

Não queremos que você deixe a leitura do livro de lado.

Além de escutar este podcast com o resumo, recomendamos que você leia o livro Isso é Marketing na íntegra.

Use o ResumoCast como uma espécie de curadoria do próximo livro que você vai ler! É o que a maioria dos nossos ouvintes fazem.

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