Brené Brown e sua equipe pediu a milhares de pessoas ao longo dos anos que descrevessem o que é vulnerabilidade.

Estas são algumas das respostas: 

  • Ir ao meu primeiro encontro depois do divórcio;
  • Falar sobre questões raciais com a minha equipe;
  • Tentar engravidar depois do segundo aborto espontâneo;
  • Abrir meu próprio negócio;
  • Ver meu filho entrar para a faculdade;
  • Pedir desculpas a um colega pelo modo como falei com ele durante uma reunião;
  • Ser demitido;
  • Demitir alguém.

As experiências que envolvem vulnerabilidade são fáceis?

Não.

Elas podem nos deixar ansiosos e inseguros?

Sim.

Elas fazem com que queiramos nos proteger?

Sempre.

Viver essas experiências com plenitude e sem uma armadura requer coragem?

Sem dúvida.

Neste livro, a autora do renomado best seller “A Coragem de Ser Imperfeito” descreve uma das atividades humanas que mais requer coragem: a atividade de liderar.

Se você está pensando em não escutar esse episódio por que ainda não é líder, vai cometer um grande erro, pois todos somos líderes em alguma esfera de nossas vidas.

Ouça o resumo completo do livro A Coragem Para Liderar no player acima e tenha bons aprendizados!

Você também pode escutar o ResumoCast no SpotifyApple PodcastsYouTube ou em qualquer agregador de podcasts da sua preferência.

Sobre o livro “A coragem para liderar”

O livro A Coragem Para Liderar foi publicado em 2018.

A autora é a renomada especialista em liderança e psicologia motivacional, Brene Brown.

Para você ter ideia, sua palestra no TED já alcançou mais de 35 milhões de visualizações.

Ideia central

Você não pode alcançar a coragem sem encarar a vulnerabilidade.

ACEITE A DIFICULDADE.

Essa é a primeira frase do livro e também a mensagem central dele.

Olha para a sua vida agora mesmo…

Ela poderia ser melhor se você tivesse aquela conversa difícil?

Se enviasse aquele email que está adiando?

Se tomasse a decisão de ser mais íntegro, responsável e transparente sobre coisas importantes?

A falta de coragem é o sinônimo de mediocridade.

Empresas e culturas que incentivarem a mediocridade, terão apenas um destino, e você já deve saber qual é.

Uma cultura empresarial que promova a coragem para se expor e mostre a vulnerabilidade do ser humano é o ponto de partida para que sua equipe tenha transparência, engajamento, aprendizado e uma fome insaciável por alcançar grandes resultados.

Essa é uma das principais habilidades que uma liderança de coragem deve desenvolver e disseminar por toda a empresa.

Brene Brown mostra que elementos como medo, coragem, vergonha e empatia devem fazer parte do sistema de gestão em qualquer empresa que queira não somente alcançar o sucesso, mas durarem por mais tempo que imaginamos.

O que é um líder?

Vamos iniciar com a definição de líder segundo a autora.

Líder é qualquer um que assuma a responsabilidade de encontrar potencial em pessoas e processos, e que tenha a coragem de desenvolver esse potencial.

Vulnerabilidade é ter a coragem de agir quando não se pode controlar o resultado.

Em momentos de crises é necessário se posicionar e agir sem ter a certeza do que vai acontecer.

Esse é o ambiente que vive o líder, e aprender sobre vulnerabilidade pode ajudar a encontrar o potencial que ele precisa em sua equipe.

Brené da um exemplo de uma reunião onde o líder convoca a sua equipe durante um momento muito difícil que estão enfrentando. 

Então o CEO começa falando: 

Essas mudanças estão chegando de maneira intensa e rápida, e sei que há muita ansiedade de todos — também estou sentindo isso, e é difícil trabalhar assim. 

É difícil não levar essa ansiedade para casa, é di?ícil não se preocupar, e é fácil querer culpar alguém. 

Revelarei a vocês tudo que puder sobre as mudanças, assim que puder.

Quero passar os próximos 45 minutos debatendo sobre a forma como estamos gerenciando as mudanças. 

Especificamente: 

O que você acha do apoio que estou oferecendo a equipe? 

Quais perguntas posso tentar responder? 

Há alguma história que vocês tenham escutado e queira conferir comigo? 

Peço a todos que continuem conectados e apoiem uns aos outros durante esse momento de turbulência para que possamos realmente lidar com o que está acontecendo. 

Em meio a tudo isso, precisamos continuar produzindo um trabalho do qual nos orgulhemos. 

Peço que cada um escreva uma coisa que gostaria que todo o grupo fizesse para nos sentirmos bem ao nos abrir e fazer perguntas, e uma coisa que atrapalharia esse processo.

Esse é um ótimo exemplo de como encarar a vulnerabilidade.

O líder lista algumas das emoções não ditas e cria o que chamamos de recipiente seguro, perguntando à equipe do que os integrantes precisam para se sentir abertos e seguros na conversa. 

Essa é uma das práticas mais fáceis de se implementar, e o retorno do tempo investido é enorme em termos de construção de confiança e melhoria da qualidade do feedback e do diálogo.

Lembre-se, qualquer situação difícil requer liderança, seja na sua família ou vida profissional. Um líder sempre inicia identificando e descrevendo de maneira específica e sem julgamentos qual é o real tamanho do problema a ser resolvido. 

Respire fundo, contenha o sem ímpeto de agir por impulso. O falso corajoso tende a colocar os pés pela cabeça por ser afoito demais. O líder eficaz assume sua vulnerabilidade, reconhece que não sabe aida o que fazer e se comporta como um detetive, coletando dados, informações e perspectivas diferentes das pessoas.

Use e abuse da sua capacidade de perguntar. Isso reduz a ansiedade de toda a equipe, desacelera as tensões e deixa o caminho da solução cada vez mais claro.

Pergunte principalmente o que a sua equipe está achando do apoio que você como lider está dando?

Essa é uma das ferramentas preferidas da autora.

Coragem também é ser transparente

Sempre que falta coragem de ser transparente e identificar as causas raízes reais dos problemas, acabamos gerando um ambiente de confusão e estresse.

Geralmente, as causa raízes dos problemas estão nas pessoas e, na hora que os holofotes se voltam aos líderes para demandar as instruções do que fazer, muitas vezes por medo ou vergonha os líderes preferem desviar o assunto.

A autora traz um exemplo pessoal dela e conta que durante muito tempo achava que as estimativas de prazos nos seus projetos profissionais eram boas e embasadas em vários livros que leu sobre negócios e na sua experiência de anos.

Mas de alguma forma os projetos sempre atrasavam e ela sentia que havia sido por conta da falta de cooperação de sua equipe para fazer as coisas acontecerem.

Um belo dia, por conta de um conversa com seu marido, fora do ambiente profissional, ela se deu conta que tinha o costume de estimar prazos errados também em projetos da família.

Foi então que tomou coragem de expressar a sua vulnerabilidade diante da equipe.

Reuniu todos em uma reunião e declarou que por vergonha de admitir uma fraqueza, ela prejudicou o clima da equipe e o andamento de diversos projetos. 

Foi então que a magia aconteceu, pois diante da cena de vulnerabilidade da sua líder, os demais integrantes da equipe passaram a canalizar todas suas energias para ajudar na tarefa de estimar prazos e aumentar a produtividade dos projetos.

Os líderes precisam dedicar uma quantidade razoável de tempo para lidar com medos e sentimentos, OU VÃO DESPERDIÇAR UMA QUANTIDADE EXORBITANTE DE TEMPO TENTANDO GERENCIAR COMPORTAMENTOS INEFICIENTES E IMPRODUTIVOS.

O papel da vergonha e da empatia

A autora se refere à plenitude como o ato de viver com o coração sem armadura. 

Em vez de proteger e esconder o coração atrás de um vidro à prova de balas, a plenitude tem a ver com integração. 

É integrar nossos pensamentos, sentimentos e comportamentos.

Lembrando que a palavra integrar vem do latim integrare, que significa “tornar inteiro”.

Hoje, muito se fala a respeito da ideia de “levar- se por inteiro para o trabalho”— porém são raríssimas as organizações que de fato permitem que os funcionários façam isso.

Ter um slogan é fácil. 

Porém, muitos líderes e culturas organizacionais ainda aceitam o mito de que, se tirarmos o coração (a vulnerabilidade e outros sentimentos) do nosso trabalho, seremos mais produtivos, eficientes e mais fáceis de gerir.

Essas crenças nos levam a construir culturas que demandam e recompensam o uso de uma armadura.

O problema é que, quando trancamos o coração, matamos a coragem. 

O ego é um conspirador sempre disposto no que diz respeito a trancar o coração. 

Ele é aquela voz na cabeça que nos leva a fingir, atuar, agradar e buscar a perfeição.

O que os outros vão pensar? 

E se descobrirem algo desagradável ou desconfortável a meu respeito?

Se você for sincero sobre como se sente, será mal-interpretado, julgado, visto como fraco?

Todas essas situações levam à maior ameaça ao nosso ego e à nossa autoestima: a vergonha, que é aquele sentimento de nunca ser bom o suficiente.

Todos nós temos vergonha. 

Ela é um dos sentimentos mais primitivos do ser humano. 

As únicas pessoas que não experimentam a vergonha são aquelas que não têm capacidade de sentir empatia e conexão humana.

Perfeccionismo, Favoritismo, Fofocas, Comparação, Autoestima associada a produtividade, Assédio, Discriminação, Intimidação, Acusações, Provocações Acobertamentos… 

Todos são sinais comportamentais de que uma cultura está permeada pela vergonha.

Se a vergonha e a culpa são o nosso estilo de gestão, ou se são uma norma cultural difundida na empresa, não podemos esperar que as pessoas sejam vulneráveis ou corajosas. 

Pelo contrário, elas podem até se afastar para ficarem seguras.

Como fazemos para nos despir da armadura, e como conseguimos inspirar nossas equipes a fazer o mesmo?

O antídoto que a autora recomenda para isso é desenvolver resiliência à vergonha.

É a capacidade de praticar a autenticidade quando sentimos vergonha, de passar pela experiência sem sacrificar nossos valores e de sair da experiência da vergonha com mais coragem, compaixão e conexão do que tínhamos ao entrar nela. 

É mudar da vergonha para a empatia.

A dica é: se compartilharmos nossa história com alguém que reage com empatia e compreensão, a vergonha não conseguirá sobreviver.

E no seu negócio ou na sua empresa em que você trabalha… a cultura predominante é de vergonha ou de empatia?

Confiança fundamentada

A confiança fundamentada é o difícil processo de aprender e desaprender, praticar e fracassar e sobreviver a alguns erros. 

Esse tipo de confiança não reflete excesso de arrogância, presunção, nem se baseia em mentiras; ela é verdadeira, sólida e construída com base em autoconhecimento e prática.

Depois que testemunhamos como a coragem pode transformar nosso modo de liderar, podemos trocar aquela armadura pesada e sufocante, que só serve para nos limitar… pela confiança fundamentada, que nos faz crescer e apoia o nosso empenho em nos tornarmos corajosos.

Gastamos um tempo absurdo lidando com a vulnerabilidade por uma simples razão:

Ela é a habilidade fundamental para desenvolvermos a coragem. 

Desenvolver a confiança fundamentada para encarar a vulnerabilidade e o desconforto em vez de se armar, fugir, se fechar ou desistir, nos prepara totalmente para seguirmos os nossos valores, criarmos ambientes de confiança e aprendermos a crescer.

Confiança fundamentada = Habilidades de confronto + Curiosidade + Prática 

Vimos aqui muitas expressões, habilidades e ferramentas novas, e como você deve ter notado, todas compartilham o mesmo DNA: curiosidade.

A curiosidade é um ato de vulnerabilidade e coragem. 

Pesquisadores vêm descobrindo evidências de que a curiosidade está correlacionada com criatividade, inteligência, melhoria do aprendizado e da memória e resolução de problemas. 

Um estudo publicado na edição de 22 de outubro de 2014 da revista Neuron sugere que a química do cérebro muda quando ficamos curiosos, nos ajudando a aprender e a reter informações melhor.

Mas a curiosidade é desconfortável porque envolve incerteza e vulnerabilidade.

Viver de acordo com os valores e princípios

Líderes corajosos que vivem segundo os próprios valores nunca ficam calados quando o assunto é difícil.

Sobretudo durante os momentos sombrios e difíceis, quando estamos tentando ser muito corajosos, a arena pode ser confusa e devastadora:

Distrações, barulho, uma placa de saída piscando e prometendo alívio imediato para o desconforto, e os cínicos assistindo nas arquibancadas.

Nessas partidas difíceis, quando os críticos estão sendo ainda mais barulhentos e desordeiros, é fácil começar a lutar — para tentar se provar, ser perfeito, executar e agradar. 

Um valor é um modo de ser ou uma crença que consideramos muito importante.

Viver de acordo com nossos valores significa que fazemos mais do que declarar nossos valores, nós os praticamos.

Nós falamos e fazemos — somos transparentes a respeito de nossas crenças e do que consideramos importante, e tomamos cuidado para que nossas intenções, palavras, pensamentos e comportamentos se alinhem com essas crenças.

Existem 3 passos para que uma pessoa ou uma organização consiga viver de acordo com seus valores : 

1- Escreva e declare oficialmente os seus valores

Nós só conseguimos viver de acordo com os valores que conseguimos nomear.

Aprenda o vocabulário dos valores e princípios.

2- Traduza os valores de papo-furado para um comportamento

Quase todas as empresas tem na realidade valores de papo furado que uma consultoria escreveu ou que foi copiado de um modelo.

Ninguém da empresa sabe quais são eles e ninguém os pratica.

Faça o seguinte exercício : 

  1. Quais são os três comportamentos que sustentam o seu valor? 
  2. Quais são os três comportamentos traiçoeiros que contrariam o seu valor? 
  3. Dê um exemplo de uma situação em que você tomou decisões totalmente de acordo com valor.

3- Empatia e autocompaixão

Um dos maiores desafios durante os momentos dentro da arena são as pessoas nas arquibancadas, especificamente aqueles torcedores exigentes que têm ingressos que valem para toda a temporada e aparecem faça chuva, faça sol ou até granizo. 

A arena está cheia de lugares, mas é nesses que nós escolhemos nos concentrar.

A vergonha tem dois ingressos desses que valem para toda a temporada.

As vozes na nossa cabeça comparecem em pares para nos espremer dos dois lados:

Não é bom o bastante e Quem você pensa que é? 

A escassez e a comparação também escolhem assentos bem perto de nós.

A escassez é aquela voz que fica repetindo “Nunca há tempo, dinheiro, amor ou atenção etc. suficiente”, e a comparação vem com seu “Olha só como os outros estão fazendo isso muito melhor do que você”.

Os camarotes são os assentos privilegiados, ocupados pelas pessoas que construíram a arena.

E elas construíram essa arena para beneficiar quem se parece com eles em termos de raça, classe social, orientação sexual, capacidade e status.

Essas pessoas já determinaram as chances que você tem com base em estereótipo, desinformação e medo.

E nós temos que reconhecer isso e falar a respeito.

Sejam quais forem os valores que você escolher, os líderes corajosos que vivem de acordo com os próprios valores nunca ficam calados quando os assuntos são difíceis.

Integridade

Integridade é optar pela coragem ao invés de conforto. 

Não adianta escrever missão, visão e valores e não implementar na prática do dia-a-dia.

Se você ou sua organização preferir o conforto, vai abrir mão da própria integridade.

Sempre que se diz, ensina ou prega aos outros algo que não se acredita, perdemos um pouquinho da integridade e por consequência perdemos a confiança das pessoas.

Há um ditado Africano que diz : “desconfie de alguém nu que lhe oferecer uma camiseta.”

Confiança é a cola que mantém as equipe e organizações unidas.

Imagine uma jarra onde você coloca uma bolinha de gude para cada ação que estimula a confiança, seja um líder ou liderado.

E da mesma forma tira um punhado de bolinhas para cada ação que reduz a confiança das pessoas em você.

E aqui vai uma lista de atitudes que irão lhe ajudar a manter a jarra sempre cheia:

Limites: Você respeita os limites das pessoas?

Quando não tem clareza sobre o que é adequado e o que não é, você pergunta?

Ou já sai agindo com pré-julgamentos?

Confiabilidade: Você faz o que diz?

Ou tem o hábito de mudar combinações da forma que mais lhe for conveniente?

No trabalho, isso significa estar ciente de suas competências e limitações, para que não prometa mais do que pode e seja capaz de cumprir e equilibrar as prioridades concorrentes.

Responsabilização: Você assume seus erros, pede desculpas e repara os danos?

Ou parece que por algum motivo sempre existe um culpado externo por tudo o que acontece ao seu redor?

Sigilo: Você não compartilha com os outros informações ou experiências que não deve.

Sabia que existe um grande mito?

As pessoas fofoqueiras acham que estão estabelecendo relações de confiança por compartilharem informações de outros, mas na verdade, quem recebe a fofoca tende a se fechar e resguardar ainda mais contra o fofoqueiro.

Integridade: Você escolhe coragem em vez de confronto?

Escolhe o que é certo em vez do que é divertido, rápido ou fácil.

E escolhe pôr seus valores em prática, e não apenas declará-los?

Não julgamento: Você é específico nas suas observações sobre as pessoas?

Ou emite julgamento genéricos com uma régua que só você conhece a medida?

Generosidade: Você dá a interpretação mais generosa possível às intenções, palavras e ações dos outros?

Pratique estas atitudes e mantenha a jarra da confiança sempre cheia para se tornar um ótimo líder.

Aprendendo a se levantar

Muitas vezes, os líderes reúnem seus colaboradores e tentam ensinar habilidades de resiliência só depois de um contratempo ou um fracasso. 

Só que isso seria o mesmo que ensinar um paraquedista principiante a aterrissar depois de ter atingido o solo. 

Ou, talvez pior, quando ele ainda se encontra em queda livre.

Precisamos ensinar as pessoas a aterrissar antes que elas pulem. 

A autora traz o exemplo de sua própria organização, onde a queda é ensinada logo no período de integração, como um dos elementos da construção de coragem. 

Se não tivermos as habilidades para nos reerguer, talvez a gente não consiga se arriscar a cair. 

E, se formos corajosos, definitivamente vamos cair em algum momento.

O processo de “Aprender a se levantar” consiste em três partes: reconhecimento, confronto e revolução.

Reconhecimento

Quem aprende a se levantar sabe reconhecer na mesma hora quando algo o deixou dominado pela emoção. 

Não é necessário identificar com precisão qual é o sentimento — só precisamos reconhecer que estamos sentindo alguma coisa. 

Confronto

Na ausência de dados, sempre inventamos histórias. 

Quando estamos em dificuldades, nosso padrão é criar uma história que esclareça o que está acontecendo e forneça ao nosso cérebro informações sobre a melhor forma de se proteger. 

Nossas organizações estão lotadas de histórias que as pessoas inventam porque não têm acesso a informações.

Ao trabalhar em uma cultura de coragem, você fornece às pessoas o máximo de fatos possível e, quando não pode dizer tudo a elas, reconhece que está dizendo o máximo que pode e que continuará atualizando sua equipe conforme tiver acesso e permissão para informá- la. 

Revolução

Revolução pode soar um pouco dramático, mas, neste mundo, escolher autenticidade e valor pessoal por si só já é um ato de extrema resistência. 

Brene Brown traz 3 pontos importantes sobre a revolução.

1- O nível de coragem coletiva numa organização é o melhor indício da capacidade dessa organização de ter sucesso em termos de cultura, desenvolvimento de líderes e cumprimento de sua missão.

2- O maior desafio no desenvolvimento de líderes corajosos é ajudá- los a reconhecer e responder ao seu chamado pessoal à coragem. 

3- Nós falhamos no minuto em que deixamos alguém definir para nós o que é sucesso. 

O que mais preciso aprender e entender sobre a situação? 

O que sei de verdade? 

Quais suposições estou fazendo? 

O que mais preciso aprender e entender sobre as outras pessoas na história? 

De quais informações adicionais eu preciso? 

Quais perguntas ou esclarecimentos podem ajudar? 

O que mais preciso aprender e entender sobre mim mesmo? 

O que há por trás da minha reação? 

O que realmente estou sentindo? 

Qual foi a minha participação nisso?

Responder a estas perguntas é uma ótima maneira de você começar a desenvolver essa habilidade e disseminar isso na empresa.

3 grandes lições para líderes

Para finalizar a sua obra a autora traz 3 grandes lições para líderes, liderados e organizações que almejam se manter relevantes no futuro que se configura e para onde caminha a humanidade:

1. O nível de coragem coletiva numa organização é o melhor indício absoluto da capacidade dessa organização de ter sucesso em termos de cultura, desenvolvimento de líderes e cumprimento de sua missão.

2. O maior desafio no desenvolvimento de líderes corajosos é ajudá-los a reconhecer e responder ao seu chamado pessoal à coragem.

É possível aprender a coragem se estivermos dispostos a nos despir de nossa armadura e utilizar a linguagem, as ferramentas e as habilidades necessárias para encarar a vulnerabilidade, viver de acordo com nossos valores, confrontar a confiança e aprender a nos levantar.

3. Nós falhamos no minuto em que deixamos alguém definir para nós o que é sucesso.

Brené Brown diz que passou muitos anos assumindo projetos e até mesmo cargos só para provar que era capaz.

Deixou levar-se por uma definição de sucesso que não refletia quem ela era, o que queria ou o que lhe trazia alegria.

Era simplesmente um ciclo de realizar-adquirir-desmoronar-repetir.

Havia pouquíssimos momentos de alegria, pouquíssimo sentido e toneladas de exaustão e ressentimento na sua vida.

A hora que ela resolver dar um basta naquilo tudo foi quando tomou coragem de ser imperfeita e liderar.

Para quem é esse livro?

Para quem ainda não ainda não exerce um cargo de liderança, lembre-se:

De que adianta um paraquedas para quem já esta em queda livre?

Se você continuar fugindo do assunto liderança, jamais demonstrará confiança para ser promovido, virar um líder, mudar a sua vida e ajudar quem mais importa nesse mundo, que é você mesmo e aqueles que você ama.

Se você trabalha em uma empresa em que é necessário ficar usando uma armadura o tempo todo, com certeza esse livro pode ajudar.

Frases de camiseta

“Não é o crítico que importa.” (Brené Brown)

“A caverna onde você tem medo de entrar guarda o tesouro que você busca.” (Joseph Campbell)

Esse resumo substitui a leitura do livro A coragem para liderar?

Não queremos que você deixe a leitura do livro de lado.

Além de escutar este podcast com o resumo do livro, recomendamos que você leia a obra “A Coragem Para Liderar” na íntegra.

Use o ResumoCast como uma espécie de curadoria do próximo livro que você vai ler!

É o que a maioria dos nossos ouvintes fazem.

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