Se você quer mudar o mundo, comece arrumando a sua cama.

Por mais simples que sejam, as pequenas coisas podem fazer uma grande diferença na sua vida pessoal e profissional.

Nesse best-seller, o almirante William H. McRaven compartilha 10 lições que ele aprendeu ao longo da sua trajetória como um combatente das forças de operações especiais SEAL.

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O que você vai aprender nesse episódio?

  • Desistir não vai tornar seus problemas menores;
  • Por que o hábito de arrumar a cama é importante para alcançar grandes objetivos;
  • Mindset “empanado de areia”;
  • O bote de borracha e o trabalho em equipe;
  • Não meça as pessoas pelo tamanho das nadadeiras, mas pelo tamanho do coração;
  • Esteja pronto para dar um soco no meio da cara dos tubarões;
  • Todo mundo vai parar na lista do Circo. Não tenha medo dele;
  • Comece a cantar quando estiver enfiado na lama até o pescoço.
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Arrume a Sua Cama

A primeira frase do livro, logo no primeiro capítulo, diz assim:

“Se você quer mudar o mundo, comece arrumando a sua cama”

Quando bati o olho nisso, logo pensei: “Poxa, mais um livro de autoajuda barata. Tô fora. Não quero”. 

Mas, depois de ler o livro — lá em 2017 — e colocar em prática esse negócio de acordar e já arrumar a cama antes de fazer qualquer outra coisa, aí eu entendi porque o autor escreveu sobre isso.

Eu aprendi que se eu não conseguir fazer bem as pequenas coisas (e arrumar a cama é uma pequena coisa), provavelmente eu não iria conseguir realizar bem as grandes coisas — as grandes tarefas.

Antes eu arrumava a cama, mas a primeira coisa que eu fazia no dia ao abrir o olho era desligar o despertador e já perder alguns minutos nas notificações do celular — whatssapp, facebook, instagram, mensagens de trabalho e por aí vai.

Depois que li o livro, eu comecei a fazer diferente: acordava, desligava o despertador, arrumava a cama, me trocava e partia pras tarefas do dia.

Através da repetição, isso se tornou um hábito, e eu comecei a perceber que esse negócio de arrumar a cama como a primeira tarefa do dia estava me deixando mais pronto, mais esperto para encarar as próximas tarefas importantes do dia.

Isso passou a ser um gatilho para eu assumir outra tarefa, e mais outra, e mais outra… assim por diante.

O primeiro campo de batalha do dia é a nossa cama, e o primeiro tiro é disparado quando o despertador toca. 

Quando o despertador toca, a maioria das pessoas (e eu me incluo nisso) entra numa briga. De um lado do ringue está o que a gente quer fazer, do outro lado do ringue está o que a gente deveria fazer.

Quando eu escolho arrumar a cama como a primeira tarefa do dia, estou escolhendo aquilo que eu deveria fazer. Estou demonstrando disciplina e organização. 

E tanto eu como você, ouvinte do ResumoCast, sabe que, sem disciplina e sem organização, fica difícil alcançar um grande objetivo ou uma meta ambiciosa que a gente tenha na vida.

Concorda?

Nossa vida cotidiana precisa desse senso de organização, de disciplina.

O McRaven diz no livro que certa vez ele participou de uma missão num submarino de operações especiais do SEAL. Nesse período ele ficou alojado na enfermaria, onde a cama era empilhada de 4 em 4 — umas em cima das outras.

E ele diz que o médico da enfermaria insistia para que ele arrumasse a cama todos as manhãs.

Esse médico dizia que, se as camas não estivessem arrumadas e o dormitório não estivesse limpo, como os marinheiros poderiam esperar os melhores cuidados médicos?

Se você parar para pensar nisso, vai perceber que faz muito sentido.

O engraçado é que, na missão que capturou o Saddan Hussein, o próprio McRaven observou que o Saddan não arrumava sua cama. As cobertas sempre estavam abarrotadas no pé da cama e nem esticar o lençol ele fazia.

Quem vence a primeira hora do dia, vence o dia. E vencer essa primeira hora começa com você arrumando a sua cama antes de pegar seu celular.

Trabalho em equipe

O autor diz que, em seu treinamento do SEAL, aprendeu logo cedo a valorizar o trabalho em equipe e identificou que existia nele mesmo uma necessidade de confiar em mais alguém para ajudá-lo a vencer as tarefas difíceis.

E ele aprendeu essa lição por causa de um bote de borracha. É isso mesmo!

Durante a primeira fase do treinamento, McRaven e mais 6 companheiros novatos de equipe eram obrigados a carregar esse bote — que não era nada leve — sob suas cabeças para todo lugar.

Em um dos exercícios diários, eles eram instruídos a ultrapassar a arrebentação, enfrentando ondas que chegavam a 3 metros de altura. Além disso, eles precisavam remar vários quilômetros ao longo da costa.

Essa era uma tarefa que não tinha como ser completada com sucesso, a menos que todos se empenhassem com todas as forças. 

Todos precisavam remar, e cada remada tinha que estar sincronizada. 

Para que isso fosse possível, todos os tripulantes deveriam exercer a mesma força juntos. Caso contrário, o bote seria arremessado de volta à praia e o exercícios seria um verdadeiro fracasso.

Não demorou muito para que McRaven e seus companheiros percebessem que, às vezes, um dos membros da equipe estava doente ou ferido, incapaz de se doar 100%.

Nesses dias, os outros assumiam a responsabilidade. Mergulhavam os remos mais fundo e remavam com força máxima para compensar o amigo que não estava em boas condições.

Aquele bote de borracha os ensinou que nenhum dos novatos do SEAL iriam conseguir aguentar o treinamento sozinho.

Somente uma boa equipe pode nos ajudar a cumprir nossos objetivos, sejam eles pessoais ou profissionais.

Agora, pense por um momento: você tem uma boa equipe em seu negócio? Eles remam com força máxima pela empresa quando você não está em boas condições?

Você não vai conseguir vencer sozinho. Se você quer mudar o mundo, encontre alguém que o ajude a remar. 

Avalie as pessoas pelo tamanho do coração

Os novatos do SEAL participavam de diversos desafios, envolvendo natação e mergulho em alto mar.

Um certo dia, quando eles estavam se preparando para o exercício de 3 quilômetros de natação matinal, McRaven descreve uma lição interessante que ele aprendeu naquele dia.

Antes de os novatos irem pro mar, os instrutores sempre faziam algumas inspeções no equipamento de cada um.

Essas inspeções por si só já eram uma ótima oportunidade pros instrutores constranger e humilhar os novatos com aquele jeitinho carinhoso de um militar do alto-escalão.

E o autor diz que, naquele dia, as ondas alcançavam mais de 2 metros de altura e vinham em linhas de três, arrebentando com um estrondo que fazia o coração da turma bater mais rápido.

Então, o instrutor (com 1,90 de altura) se aproximou do rapaz que estava ao lado do McRaven. Esse rapaz media 1,60 e tinha acabado de chegar na turma. 

O instrutor, segurando as nadadeiras na cara do rapaz, disse: “Você quer ser mesmo um homem-rã?” — esse era o nome dado aos que passavam no treinamento do SEAL.

E o rapaz respondeu com aquele jeitão militar: “Sim, instrutor, eu quero!”

O instrutor começou a balançar as nadadeiras bem na cara do rapaz e disse: “Você tem só 1,60 de altura. É um homem minúsculo. Aquelas ondas ali podem te partir no meio. Acho melhor você pensar bem antes de pular e se dar mal”.

E o rapaz, com aquele mesmo jeitão militar, respondeu: “Não vou desistir senhor!”.

Então o instrutor sussurrou no ouvido dele: “Então me prove o contrário”.

Depois que todos os novatos foram inspecionados, eles partiram para a água e começaram a nadar.

Uma hora depois, quando o McRaven atravessou de volta a arrebentação e finalizou o exercício, aquele rapaz já estava na praia. Ele tinha terminado o exercício entre os primeiros.

Desde então, McRaven aprendeu que aquele treinamento era um grande equalizador.

Ele diz no livro que todo o treinamento do SEAL consistia em provar alguma coisa.

Provar que tamanho não importa. provar que cor da pele não muda nada.

Provar que dinheiro não faz ninguém melhor.

Provar que determinação e coragem são sempre mais importantes que talento.

Tudo o que importa é a vontade de vencer, e não a cor, a etnia, a educação ou a classe social.

Nós precisamos avaliar as pessoas não pelo tamanho das nadadeiras, mas sim pelo tamanho do coração.

Mindset “empanado de areia” 

O treinamento para alguém se tornar um SEAL não é nada fácil. Muito pelo contrário, é extremamente o oposto do você conhece como fácil.

O papel dos instrutores é simples: fazer com que os novatos desistam e não completem o treinamento inicial até o final. 

Isso era algo que se mostrava muito nítido quando os novatos eram punidos por violar alguma regra dos SEAL. 

O que eles chamavam de “empanado de areia” era apenas uma dessas punições.

Várias vezes por mês, os instrutores inspecionavam os uniformes de seus novatos. Era uma inspeção meticulosa. 

O quepe tinha que estar perfeitamente engomado e o uniforme todo muito bem passado. Até a fivela do cinto precisava estar brilhando e sem uma única mancha.

Porém, como diz o próprio McRaven, tinha um problema: por mais que se esforçassem para fazer isso, eles nunca atingiam a perfeição. 

Os instrutores sempre davam um jeito de encontrar algo errado.

Ao não ser aprovado pelos instrutores, o novato tinha que se atirar — de uniforme e tudo — na zona de arrebentação e depois, completamente encharcado da cabeça aos pés, ele ainda precisava rolar na praia até que cada pedaço do seu corpo estivesse coberto de areia.

O novato era obrigado a ficar com aquele uniforme molhado e cheio de areia o dia inteiro.

Muitos reclamavam e não entendiam o propósito dessa punição. Esses não sobreviviam ao treinamento e acabavam desistindo.

McRaven acabou se tornando um “empanado de areia” várias vezes, mas ele acabou entendendo o porquê disso.

Certa vez, depois de cumprir essa punição e voltar da praia todo encharcado e cheio de areia, o instrutor se virou para ele e disse: “Sr. Mac, você tem alguma ideia de por que é um “empanado de areia” nesta manhã?

E ele disse: “Não, instrutor”.

Então, o instrutor respondeu, e aí McRaven finalmente entendeu a lição.

O instrutor disse: “Porque a vida não é justa, e quanto mais cedo o senhor aprender, melhor o senhor será”. 

A vida não é justa. Independente do que aconteceu com você, deixe de se sentir um injustiçado e siga em frente. Não culpe nada ou ninguém por seus problemas.

Não tenha medo do Circo

No treinamento do SEAL, e isso também acontece em muitas empresas, seu companheiro de equipe é aquela pessoa que você pode contar — ou pelo menos deveria.

No caso dos SEAL, o companheiro de McRaven era com quem ele podia contar em todas as horas.

Nos exercícios de mergulho, eles ficavam amarrados um no outro.

Se um deles fracassasse, o outro fracassava também e ambos sofreriam as consequências. Era a maneira dos instrutores reforçarem a importância do trabalho em equipe.

Só que, em um belo dia, McRaven e seu companheiro chegaram em último em um determinado exercício de natação.

Então, o instrutor puxou um caderninho preto do bolso e anotou o nome deles na lista do Circo.

O Circo era a última coisa que os novatos do SEAL queriam na vida.

O Circo acontecia todas as tardes no final do treinamento. Eram mais de duas horas de exercícios extras puxado, e é claro com toda aquela hostilidade por parte dos instrutores.

Se alguém falhasse em cumprir as metas do dia, o nome parava na lista do Circo.

Além do sofrimento extra por causa das duas horas de exercícios a mais, fazer parte do Circo era algo que deixava o cara mais exausto para o dia seguinte.

E aí, mais cansado do que o normal, era bem provável que no dia seguinte o novato iria parar na lista do Circo de novo.

Era um espiral mortal que fazia muitos alunos abandonarem o treinamento. 

Pra você ter ideia, dos 150 caras que começaram o treinamento, depois de 6 meses na cerimônia de graduação só tinham 33.

O Circo era um castigo, mas McRaven e seu companheiro (Marc) começaram a perceber algo interessante.

À medida que os Circos prosseguiam, McRaven e marc notaram que a natação deles estava se aperfeiçoando. Com o passar dos dias, eles começaram a melhorar a posição deles no grupo dos novatos.

O Circo, que começou com a imagem de castigo e punição, tava tornando eles mais fortes, rápidos e confiantes na água.

Ele diz assim no livro:

“Enquanto outros novatos abandonavam o treinamento, incapazes de lidar com o fracasso e o sofrimento que ele provocava, Marc e eu estávamos determinados e não permitir que o Circo nos derrotasse”.

Na última prova dos SEAL — que envolvia completar um percurso de 8 quilômetros de natação na costa de San Clemente em um tempo aceitável —, McRaven e seu companheiro conseguiram terminar muito antes que todos os outros novatos.

Foram quatro horas sem parar de nadar.

Essa era a prova de que o Circo realmente tinha deixado eles mais fortes e melhores para as provas finais.

A lição é a seguinte: em um momento ou outro, nós vamos entrar para a lista do Circo. Nós vamos pagar pelos nossos fracassos.

Mas, se a gente perseverar e deixar que esses fracassos nos ensinem algo e nos fortaleçam de alguma maneira, estaremos preparados para enfrentar os momentos mais difíceis e que podem ser decisivos na vida. 

Por isso, não tenha medo do Circo.

Não fuja dos tubarões 

Sem coragem, seríamos presas fáceis das nossas tentações. 

Sem coragem, nenhuma grande sociedade pode progredir.

Sem coragem, os tiranos dominariam o mundo.

Com coragem, podemos alcançar qualquer objetivo.

Durante o treinamento do SEAL, todos os novatos participavam de exercícios focados em derrotar embarcações inimigas através de ataques subaquáticos realizados em duplas.

Em um deles, McRaven e seu companheiro viajaram para para a ilha de San Clemente, na costa de San Diego. 

O treinamento ali consistia em uma série de longos testes de natação. Um deles era o exercício noturno.

Antes da partida, os instrutores avisaram sobre as espécies de tubarões que eles poderiam encontrar pelo caminho. O mais perigoso era o tubarão-branco.

As instruções eram de que, se um tubarão começasse e rondá-los, McRaven e seu companheiro deveriam manter a posição. 

Nada de fugir nadando feito um desesperado. Nada de mostrar medo.

E se, por algum acaso, um tubarão estivesse faminto por um lanchinho da meia noite e os atacasse, eles deveriam reunir todas as forças e dar um soco bem no focinho do predador, pois isso faria com que o tubarão desse meia volta e se afastasse deles.

A lição que fica aqui é a seguinte: Tubarões são tiranos. E tiranos são sempre iguais.

Eles prosperam onde há medo e intimidação. Se você não encontra coragem para enfrentá-los, eles atacam.

Há muitos tubarões no mundo. Se você pretende continuar nadando para alcançar seu objetivo, terá que estar pronto para dar-lhes um soco bem dado — até mesmo no escuro.

Dê esperança às pessoas

A nona semana de treinamento do SEAL tem um nome: Semana Infernal.

São seis dias sem dormir, com os dia a dia cheio de longas corridas, exercícios puxados de natação em mar aberto, pista de obstáculos e mais um monte de coisa pesada para os novatos. 

O objetivo dessa Semana Infernal era um só: eliminar os fracos, aqueles que não eram competitivos e resistentes pra merecer um lugar entre os SEALs.

Inclusive, essa era a fase que mais alunos desistiam do treinamento.

Tinha um dia especial. Era o dia do pântano.

McRaven diz que enfrentar o pântano foi a parte mais difícil dessa Semana Infernal.

Assim que eles chegaram nesse pântano — que ficava entre o sul de San Diego e o México —, todos os novatos receberam ordens de entrar e já começar uma série de corridas e competições individuais. 

Tudo isso era pra manter os caras com frio, molhados e miseráveis.

A lama grudava em toda parte do corpo. O cara já ficava totalmente exausto só de se mover em um terreno desse tipo.

As atividades no pântano duravam horas.

No final da tarde, McRaven e seus companheiros mal conseguiam se mexer, de tanto frio e cansaço.

Quando chegava à noite, a situação piorava. Mais frio, mais vento e mais exaustão física e mental.

Na noite do terceiro dia que eles estavam nessa Semana Infernal, um dos instrutores chegou pra turma dos novatos — todos eles mergulhados no pântano — e disse:

“Olha só, se vocês estiverem cansados, juntem-se a nós aqui. Tem lareira pra esquentar o corpo, café quente, canja de galinha. Aqui tem conforto e vocês podem descansar até o sol raiar no dia seguinte”.

Então veio a armadilha: “Se apenas cinco de vocês desistirem desse treinamento, o resto da classe está liberada para descansar com a gente aqui”.

Um dos novatos, que estava ao lado do McRaven, começou a se mover na direção do instrutor pra desistir do treinamento.

O instrutor começou a dar risada. Afinal, ele sabia que, se um desistisse, era uma questão de poucos minutos para que os outros desistissem também.

De repente, eles começaram a escutar uma voz cansada. Essa voz estava cantando.

E essa voz se juntou a outra, e mais outra. Em pouco tempo, todos estavam cantando.

O companheiro, que estava caminhando em direção ao instrutor pra desistir do treinamento, deu meia volta e voltou pra ficar com a turma no pântano.

O instrutor, vendo todo mundo cantando e se fortalecendo com isso, pegou o megafone e gritou para que eles parassem de cantar.

Ninguém obedeceu.

E o instrutor continuou ameaçando. A cada ameaça, a turma cantava mais alto e mais alto.

Depois de um tempo, McRaven percebeu que o instrutor começou a sorrir. Então, ele entendeu mais uma lição do treinamento do SEAL.

A força de uma pessoa para unir o grupo.

A força de uma pessoa para inspirar quem tá do lado e dar esperança a essas pessoas.

Se aquele cara, enfiado na lama, com um frio congelante e um cansaço extremo podia cantar, todos os outros podiam suportar esses fatores e cantar também.

A força de uma pessoa pode sim dar esperança a outras pessoas.

Abraham Lincoln, Martir Luther King, Nelson Mandela e muitos outros são exemplos disso.

Então, se você quer mudar o mundo, comece a cantar quando estiver enfiado na lama até o pescoço.

10 lições para você mudar o mundo

De forma bem resumida, as 10 lições que o almirante McRaven traz no livro são:

1 — Comece arrumando a sua cama logo ao acordar. Demonstre importância ao resolver pequenas coisas diariamente;

2 — Encontre alguém que o ajude a remar, pois ninguém chegará longe sozinho;

3 — Avalie as pessoas pelo tamanho do coração;

4 — Deixe de ser um injustiçado e siga em frente, sem vitimismo;

5 — Não tenha medo das dificuldades. O que não te derruba, deixa você mais forte;

6 — Atire-se ao obstáculo de cabeça;

7 — Não fuja dos tubarões;

8 — Dê o seu melhor nos momentos mais sombrios;

9 — Comece a cantar quando estiver enfiado na lama até o pescoço;

10 — Jamais DESISTA!

Quem é William H. McRaven?

O almirante William H. McRaven serviu na Marinha dos Estados Unidos com grande distinção.

Em seus 37 anos como SEAL, exerceu o comando em vários níveis.

Como almirante de quatro estrelas, seu último cargo foi o de comandante de todas as Forças de Operações Especiais.

McRaven foi um dos responsáveis pela captura de Osama Bin Laden e Saddan Hussein.

Esse é o discurso que ele fez na Universidade do Texas, que deu origem ao best-seller “Arrume a Sua Cama”. Vale a pena asssitir:

Esse podcast substitui a leitura do livro Arrume a Sua Cama?

Não queremos que você deixe a leitura do livro de lado.

Além de escutar este podcast com o resumo do livro, recomendamos que você leia o best-seller Arrume a Sua Cama na íntegra.

Use o ResumoCast como uma espécie de curadoria do próximo livro que você vai ler! É o que a maioria dos nossos ouvintes fazem.

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