Era um dia frio de fevereiro de 2014 quando o Conselho de Administração da Microsoft anunciou que Satya Nadella seria o próximo CEO da famosa empresa fundada por Bill Gates.

Até ali, a Microsoft teve muitos sucessos, mas também acabaram ficando para trás em muitos aspectos no mercado. 

As vendas de PCs desaceleraram e eles estavam muito atrás da concorrência no segmento de smartphones, no setor de buscas e também na indústria de games. 

Era hora de renovar a cultura e resgatar a alma da empresa, desenvolver mais empatia pelos clientes e por suas necessidades não expressas e não satisfeitas.

Era hora da Microsoft se atualizar, de apertar o F5.

Quais foram as mudanças que Satya Nadella precisava implementar?

Como renovar a cultura de uma empresa sem ser de uma maneira forçada?

Ouça o resumo completo do livro no player acima e tenha bons aprendizados!

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Sobre o livro Aperte o F5

O livro “Aperte o F5” foi publicado em 2017.

O autor é Satya Nadella, terceiro CEO da Microsoft.

A obra aborda tanto a transformação pessoal pela qual ele passou para aprender a ser líder, quanto todas as mudanças de valores e estratégia de uma das empresas mais valiosas e conhecidas do mundo. 

Além disso, ele ainda fala da transformação tecnológica que estamos prestes a vivenciar.

Ideia central do livro

Nos dias atuais, pessoas, organizações e sociedades podem e devem se transformar (ou, em outras palavras, apertar o botão F5, “se atualizar”) em sua busca constante por novos hábitos, novas ideias, relevância no mercado e renovação. 

Em meio a isso tudo, a empatia se tornará cada vez mais valiosa em um mundo que será desestabilizado, como nunca aconteceu antes pelas mudanças tecnológicas, tanto as que já estão acontecendo, como pelas que ainda virão.

Quando apertamos o F5, algumas coisas ficam, outras são eliminadas. 

É o que aconteceu com a Microsoft para ela continuar sobrevivendo no mercado, e é o que deve acontecer com cada empresa ou ser humano que tem o desejo de se tornar melhor.

Uma reunião diferente

Satya Nadella sempre achou que seria interessante os membros de um time se conhecerem melhor.

Para ele, saber mais a respeito do que verdadeiramente motiva cada um da equipe e vincular a filosofia pessoal de cada um no trabalho sempre foi um ponto importante.

Quando assumiu o cargo de CEO da Microsoft, ele decidiu fazer um experimento diferente.

Em uma reunião na manhã de sexta- feira, ele e toda a equipe de liderança sênior da empresa participaram de uma sessão de atenção plena (mindfulness) com um renomado psicólogo especialista nessa área.

Todos desligaram e guardaram os celulares.

Então, eles se sentaram em sofás confortáveis, formando um grande círculo.

Não tinha como ninguém se esconder.

No primeiro exercício, o psicólogo perguntou se todos ali tinham interesse em passar por uma vivência pessoal extraordinária. 

Todos disseram que sim. 

Então o doutor pediu que algum voluntário se levantasse. Porém, ninguém se ofereceu e ficou aquele silêncio constrangedor no ar.

Por que ninguém se ofereceu?

O psicólogo achava que aquele era um grupo de alto desempenho. E todos tinham acabado de dizer que queriam ter uma vivência extraordinária. 

O problema era que, sem nenhum celular ou PC para desviar a atenção, todos voltaram seus olhares para o chão ou estavam com um semblante nervoso no rosto. 

Como o próprio Satya Nadella diz no livro:

“Era difícil responder em voz alta, apesar de sabermos que a resposta estava na ponta da língua. O problema era o medo. Medo de passar vergonha, medo de fracassar, medo de não ser a pessoa mais inteligente da sala. E a arrogância: “Sou importante demais para essas tolices”. “Que pergunta idiota!”, que estávamos acostumados a ouvir em nosso dia a dia.”

No fim das contas, os exercícios de atenção plena acabaram dando certo.

Aos poucos, as pessoas começaram a respirar com mais facilidade e até a rir um pouco, já mais descontraídas e sem aquela tensão no ambiente.

Nas palavras do autor:

“Falamos das nossas paixões e filosofias pessoais. Fomos convidados a refletir sobre quem somos, tanto em casa como no trabalho. Como conciliamos quem somos no trabalho com quem somos na vida pessoal? As pessoas falaram sobre espiritualidade, contaram as dificuldades que tinham para criar os filhos e de sua incessante dedicação a fazer produtos que as pessoas adoravam usar no trabalho e para se divertir. Naquele momento, percebi que, em todos os anos que passei na Microsoft, aquela era a primeira vez que eu ouvia meus colegas falando de si mesmos e não só sobre o trabalho.”

Em qualquer tipo de empresa, todas as equipes marcam reuniões ao longo da semana, seja para planejar um novo projeto, tomar decisões importantes sobre o negócio etc.

Mas, e pra se conhecerem como pessoas?

Sua equipe tem o costume de se encontrar para falar sobre a vida e o lado pessoal de cada um?

Ou vocês só falam de trabalho?

A experiência da Microsoft mostrou que é importante ter esses momentos mais descontraídos, o que contribui para um clima mais positivo e de confiança dentro da empresa.

Lições de liderança

Satya Nadella é um verdadeiro apaixonado pelo críquete, esporte muito conhecido fora do Brasil, principalmente na Europa.

Alguns dos ensinamentos que ele aprendeu no críquete, traduzem diretamente os princípios de negócios e de liderança que ele aplica até hoje como CEO. 

A primeira lição que podemos aprender com esse esporte é competir com vigor e paixão, mesmo diante da incerteza e da intimidação dos oponentes.

Devemos respeitar o adversário, mas nunca admirá-lo com reverência- Devemos sempre lutar pela vitória.

A segunda lição é simplesmente a importância de colocar a sua equipe em primeiro lugar, antes de suas próprias realizações pessoais e da necessidade de reconhecimento.

E aqui o autor deixa um alerta: uma pessoa brilhante que não põe a equipe em primeiro lugar pode destruir a equipe inteira.

E a terceira lição é ressaltar a importância da liderança.

O bom líder é aquele que saber trazer à tona e fazer aparecer o melhor de cada membro da equipe.

De acordo com Satya Nadella, a principal função dos líderes é reforçar a confiança das pessoas que eles lideram.

No livro ele diz que se tiver que conversar com pessoas da América Latina, do Oriente Médio ou de uma cidade do interior dos Estados Unidos, ele sempre procura saber o que as pessoas pensam e sentem. 

Ele chama isso de empatia ativa.

É impossível ser um líder empático passando o dia todo sentado numa sala, diante de uma tela de computador. 

Um líder empático precisa sair pelo mundo, ir aonde as pessoas vivem e ver como a tecnologia, o produto ou o serviço que sua empresa criou afeta o dia a dia delas.

E na sua empresa… os líderes conseguem extrair o melhor de cada membro da equipe?

Os gestores têm empatia?

Se a resposta foi não, é hora de refletir e tomar as decisões necessárias para corrigir isso o mais rápido possível.

Os 3 C’s da gestão emprearial

Satya Nadella expôs a sua vulnerabilidade e deixou transparecer os desafios de ser o líder de uma das maiores organizações globais que estava passando por uma crise de identidade.

Para ele, a Microsoft não tinha mais alma.

Não existe nenhum curso capaz de treinar com precisão absoluta o CEO de uma empresa.

A visão que o CEO tem é única.

Ninguém na empresa tem todas as informações que um CEO tem.

Por isso, o papel primário dele é reunir toda essa visibilidade privilegiada e tomar consistentemente boas decisões.

Uma atrás da outra, e decisão por decisão, a empresa vai tomando a proa rumo ao seu grande objetivo estratégico. 

Mas você que está me ouvindo pode não ser um CEO, certo?

Então agora eu tenho uma revelação: você é sim o CEO da sua vida!

A sua mente, que está me escutando agora mesmo, está dentro disso que chamamos de corpo humano é a sua empresa.

E você tem mais informações do que ninguém para tomar as melhores decisões da sua vida para te levar para qualquer tipo de futuro, que você sim, pode desenhar.

Apertar o F5 é uma decisão que está disponível não só para empresas como a Microsoft, mas você também pode dar um refresh na sua própria vida agora mesmo.

Staya Nadela utilizou o conceito do seu ex CEO da Microsoft, Steve Balmer, para executar a jornada de descoberta até encontrar o que deveria ser mudado ao apertar o F5.

Imagine um alvo com três círculos concêntricos.

O círculo externo representa os conceitos. 

A Microsoft, a Apple ou a Amazon podem ter uma ideia empolgante para um produto empolgante, mas será que basta ficar no mundo das ideias? 

Uma organização pode ter uma visão conceitual (um sonho repleto de novas ideias e novas abordagens), mas será que tem o segundo círculo, as competências? 

Será que detém os conhecimentos de engenharia e design necessários para concretizar sozinha esse conceito? 

E, por fim, no centro do alvo, está a cultura capaz de abarcar os novos conceitos e as novas competências sem sufocá-los.

E na sua organização, você identifica oportunidades para modificar conceitos, competências e a cultura?

Uma nova missão

Quando Satya Nadella assumiu como CEO da legendária Microsoft, ele se tornou o terceiro líder de uma empresa de 40 anos.

Na década de 70 Paul Allen e Bill Gates fundaram a Microsoft com o objetivo de colocar um computador pessoal dentro de cada lar do planeta.

De certa forma foram bem sucedidos nessa missão! Já imaginou como seria o mundo se apenas as empresas e os governos tivessem a possibilidade de contar com computadores?

E se os computadores fossem todos distribuídos apenas com os softwares dos fabricantes originais? Talvez nem a internet estivesse por aqui….

Mas agora, qual seria o próximo passo da lendária Microsoft?

O mundo estava mudando, diversos outros players reivindicando as suas parcelas no mercado e a Microsoft em meio a uma crise de identidade onde tudo que tinham era um culto ao Windows, que com todo o mérito, era e ainda é, o sistema operacional mais popular do mundo.

Mas mesmo assim, não era suficiente e a gigante estava patinando…

A estratégia do jovem CEO nesse cenário não poderia ser diferente do título desse livro. A tecla F5 é a famosa refresh, usada quando é necessário uma reorganização no navegador.

Foi o que Satya fez, mergulhou na organização, reuniu lideranças de todos os níveis, foi escutar grande parte dos colaboradores do mundo todo e chegou a conclusão de que havia uma lacuna no mercado que a Microsoft estava em uma posição ímpar para preencher. Era a unificação de dispositivos móveis com a estrutura de nuvem que tinha a microsoft.

Independentemente de ser a melhor estratégia do mundo, naquele momento havia sido encontrado um norte através de um um novo objetivo estratégico, que era claro, fazia sentido e todos concordaram.

Esse processo de busca de uma nova missão pode ser implementado em empresas de qualquer tamanho e até mesmo na sua vida pessoal, lembre-se que apertar o F5 significa tirar algumas coisas da tela do navegador, mas ao mesmo tempo identificar o que deve permanecer.

E a jornada começa escutando e observando o que está a sua volta.

Uma nova cultura

Embalado pela música “Start Me Up”, dos Rolling Stones, festas noturnas em lojas de varejo e histeria da mídia, o lançamento do Windows 95 fez um grande barulho no mercado.

Porém, anos depois, com o Windows 10 prestes a ser lançado, a estratégia anterior não iria mais servir.

De acordo com Satya Nadella, A Microsoft precisava de uma nova estratégia de lançamento de produtos que refletisse o novo contexto e a nova missão e cultura da empresa. 

E, se eles queriam mesmo empoderar todas as pessoas do planeta, por que não ir para o outro lado do mundo executar essa missão?

Como o próprio autor diz no livro:

“Não dava para pensar num jeito melhor de demonstrar nossa nova missão e nossa nova cultura do que no leste da África, uma região que exemplifica tanto os desafios como as oportunidades para a tecnologia transformar e criar crescimento econômico. Tudo bem que não íamos conseguir toda a atenção da mídia com a qual estávamos acostumados, mas estaríamos demonstrando o nosso desejo de levar em conta o contexto de todos os clientes, inclusive os lavradores de uma aldeia africana no meio do nada, para quem as ferramentas tecnológicas podem fazer a diferença entre a miséria e a esperança de uma vida melhor.” 

Ao acolher essa nova mentalidade cultural, a ideia era começar a ouvir mais, aprender mais e falar menos.

Satya gosta de pensar que o C de CEO representa a cultura. 

Ou seja, o CEO é o grande curador da cultura de uma organização.

Tudo é possível para uma empresa quando sua cultura se concentra em ouvir, aprender e mobilizar as paixões e os talentos das pessoas para concretizar a missão da empresa. 

Mas tem um detalhe: 

Uma cultura organizacional não é algo que podemos simplesmente descongelar, transformar e voltar a congelar em um formato ideal.

É preciso ações drásticas e concretas capazes de chamar a atenção da equipe e tirar as pessoas de sua zona de conforto.

A visão de Satya Nadella girava em torno de exercitar todos os dias a mentalidade de crescimento de três maneiras distintas.

Para começar, a Microsoft precisava ser obcecada com os seus clientes. 

Em segundo lugar, estava faltando uma busca ativa pela diversidade e a inclusão.

E, por fim, a empresa deveria ser uma só. 

A última coisa que ele queria era que os funcionários achassem que a cultura não passava de “uma coisa do Satya”. 

Ele queria que eles vissem a cultura como algo deles, da Microsoft.

Criar esse tipo de cultura é o principal trabalho de um CEO.

Com o tempo, a empresa conseguiu abandonar o mindset do “sabe-tudo” e trocou pelo modelo mental do “aprende-tudo”, e isso acabou gerando excelentes resultados.

E na sua empresa, vocês são do tipo “sabe-tudo” ou “aprende-tudo”?

A importância das parcerias

Por que um CEO da Microsoft iria tirar um iPhone do bolso em público durante uma apresentação para uma grande platéia?

“Este é um iPhone muito especial. Gosto de chamá-lo de iPhone Pro, porque está equipado com todos os softwares e aplicativos da Microsoft” foram as palavras da Satya Nadella durante um encontro anual de marketing da Força de Vendas,- um famoso evento que acontece nos EUA.

Algumas pessoas engasgaram e outras deram risada na plateia. 

Ninguém jamais tinha visto um CEO da Microsoft ostentando um produto da Apple.

Durante a apresentação, os ícones dos aplicativos foram sendo apresentados: algumas versões para o iPhone de clássicos da Microsoft como Outlook, Skype, Word, Excel e PowerPoint, além de aplicativos móveis mais recentes, como Dynamics, OneNote, OneDrive, entre outros.

A plateia aplaudiu efusivamente.

No fundo, a mensagem era uma só: Estabeleça parcerias antes de precisar delas.

Como ele mesmo diz no livro:

“A rivalidade entre a Microsoft e a Apple tem sido tão proeminente que as pessoas esquecem que nossa empresa cria software para o Mac desde 1982.” 

Hoje, uma das maiores prioridades de Satya Nadella como CEO da Microsoft é garantir que os clientes, não importa qual celular ou plataformas escolham usar, tenham suas necessidades satisfeitas para que a empresa possa continuar a crescer. 

Para atingir esse objetivo, às vezes é preciso fazer as pazes com antigos rivais.

Geralmente, uma parceria costuma ser vista como um jogo de soma zero: o que um participante ganha é necessariamente perdido pelo outro.

O autor não concorda com isso. 

Para ele, uma boa parceria aumenta as oportunidades para todos, para os clientes e também para todos os parceiros. 

Na Microsoft, foi decidido que a parceria com a Apple ajudaria a disponibilizar o valor do Office para todos e a Apple se comprometeu a adaptar seu iOS para exibir todas as incríveis funcionalidades do Office, o que iria consolidar a Microsoft como um importante desenvolvedor da Apple.

E isso foi importante para o negócio.

Lembre-se que concorrente é aquele que corre junto.

Tomada de decisão e processos

Até os mais experientes gestores sentem dificuldade de descrever como é o processo que aplicam para levarem suas organizações ao sucesso.

É fácil descrever as atividades de um médico, de um bombeiro, de um piloto de avião ou de um policial. Mas você saberia explicar o que faz um CEO?

Como ele divide as suas tarefas? Como aloca o tempo dele na sua agenda?

Deixa eu mudar a pergunta então.

Você saberia explicar como é a agenda de um dono de um restaurante?

Ou um empreendedor focado e liderando o seu pequeno ou médio negócio? 

No final do dia, a qualidade do empreendimento, seja lá qual for o tamanho dele, vai depender da qualidade das decisões e como o seu gestor aloca o tempo na sua própria agenda.

Já parou para pensar nisso?

É claro que o CEO de uma das maiores empresas do mundo tem muito mais motivação para adotar uma estratégia de gestão de tempo e recursos, mas os benefícios de parar e refletir sobre o que está acontecendo no calor do seu dia, pode trazer resultados fantásticos a longo prazo.

Satya dá uma grande dica no livro que vai te ajudar a refletir se está realmente fazendo a gestão do seu negócio ou se está apenas correndo de um lado para o outro, apagando incêndios.

Olha para a sua agenda, quanto por cento do seu tempo está alocado para cuidar do bem estar dos seus funcionários?

Você tem a preocupação de “vender” o seu negócio para atrair os maiores talentos disponíveis no mercado?

Quanto por cento do seu tempo está dedicado a entender melhor os seus clientes?

Você tem, pelo menos mapeado, o processo de atração, conversão, fechamento e fidelização dos seus clientes? Você dedica tempo semanalmente para aperfeiçoar esse processo?

Quanto tempo você dedica para melhorar a qualidade da entrega do seu produto ou serviço? Você tem um grande diferencial de produto?

Se a resposta é não, possivelmente é porque o CEO não tem tempo sobrando para cuidar disso.

Quanto tempo você dedica para nutrir as parcerias existentes e correr atrás de novos parceiros capazes de abrir portas e agregar valor ao seu negócio?

Se você não tem tempo para essas 4 coisas que mencionei acima, é porque está apenas apagando incêndios e não consegue dar prioridade ao que vai acelerar o negócio e garantir a sustentabilidade dele ao longo prazo.

Funcionários, clientes, produtos e parceiros

Existem 4 principais áreas que devem sempre estar no radar dos líderes nas empresas, segundo Satya Nadella: 

Funcionários, Clientes, Produtos e Parceiros. 

Cada um deles requer tempo, atenção e foco para criar valor e monitorar o valor criado. 

Os quatro são importantes e, sem disciplina, até os melhores gestores podem deixar passar um ou mais desses elementos. 

Por estarem mais próximos, os funcionários e os produtos requerem a nossa atenção todos os dias; 

Os clientes nos fornecem os recursos dos quais precisamos para fazer qualquer coisa, de modo que também requerem nossa energia. 

Mas os parceiros nos dão o impulso do qual precisamos para decolar.

Eles nos ajudam a antecipar o futuro e a identificar novas oportunidades que podemos não enxergar sozinhos. 

Na era das plataformas a palavra de ordem é colaboração porque as tecnologias são extremamente complexas e até mesmo as grandes empresas sabem que não são capazes de dominar tudo sozinhas. 

Uma empresa também é impactada por muitos outros fatores externos como governos e comunidades, e é preciso uma abordagem disciplinada para que todos esses participantes possam reconhecer o valor de uma empresa, de seus produtos e serviços.

As parcerias são super importantes nesse contexto.

Elas são jornadas de exploração mútua onde os parceiros se mantêm abertos a sinergias inesperadas e formas originais de colaboração, e principalmente a predisposição para apertar o F5.

Esse resumo substitui a leitura do livro Aperte o F5?

Não queremos que você deixe a leitura do livro de lado.

Além de escutar este podcast com o resumo do livro, recomendamos que você leia a obra “Aperte o F5” na íntegra.

Use o ResumoCast como uma espécie de curadoria do próximo livro que você vai ler!

É o que a maioria dos nossos ouvintes fazem.

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